sábado, março 12

duas horas depois ela fazia o caminho de volta. mesmo trajeto, mesma rua, mesmo lado a rua... mas chovia. mas como estava embaixo do guarda-chuva se divertiu um pouco mais com tudo que pensava e enxergava.
para chegar, perdeu duas vezes o mesmo onibus, mas pegou um taxi e o esperou na próxima parada. tudo tranquilamente aconteceno para chegar onde alguém a esperava. lá foi feliz mesmo que com tempo contado, pois ele não foi combinado que seria assim. ela não tinha o sentimento de que o tempo era pouco, e fez ele um instante bem curtido. tomou um chimarrão feito por ele... deixou o rádio ligado, deixou na estação que estava, e foi embora.
passou um dia e meio e eles não se entendem mais. cada um sente o que sente. e se eles não quiserem, juntos, a mesma coisa mesmo que cad a sua maneira, eles vão se afastar... e mais uma vez não vamos ter aquilo pelo qual acho que viemos fazer: aprender a se relacionar da melhor forma, com carinho, respeito, vontade...
cativar mais a cada dia,
contruir relações,
criar laços verdadeiros.
amar.
Durante este curto mas longo espaço de tempo, uma noite linda ela viveu.
Numa casa no meio do mato, dentro e uma eco villa, pertinho da cidade. Era aquilo que ela queria para sua vida, amigos por perto, uma casa integrada, história de uma vida nas fotos, nos moveis... no balção da cozinha, no meio da sala, cogumelos, pimentões, alho, manjerição, molho de tomate, queijos, legumes gratinados, castanha tostada, pimentas... pizzas saindo o forno a lenha. seu filho super a vontade brincando e fazer pizza.

Vamos ser feliz?

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